Zombie Walk – Um dia de zumbi

Estamos continuando com posts enquanto o podcast está atrasado para criar hype do próximo episódio de podcast. Mais um tema que em algum ponto se relaciona com o que vamos falar.

Você já teve vontade de um dia ser zumbi? Bom eu, não, por que não estou interessado em morrer no momento, obrigado.

Zombie Walk - zumbi na rua

Mas enfim, fingir dá né? Tá beleza… é por que tem uma festa um evento que um povo muito lôko tem feito mundo à fora que se chama Zombie Walk, que é uma espécie de flash mob (a galera marca tudo pela net e alguma outra divulgação e no dia aparecem como combinado) que a galera se junto tudo vestido de zumbi, com roupa rasgada, sangue, sujo, fantasia, cabelo maluco – tem uns que isso é casual day – e ficam só grunindo como se estivessem em um episódio de The Walking Dead.

Dizem que um dos primeiros Zombie Walk foi em Toronto, em 2003. Apareceram 6 gatos pingados, mas bem, repercutiu e virou moda. Não moda tipo Glória Khalil, moda estilo… sei lá, um monte de doido divertido! A primeira Zombie Walk aconteceu em 2006 em Belém em um show do Calypso e depois se espalhou, já teve no Rio, Sampa, BH e várias outras cidades. Infelizmente não teve nada por perto aqui de casa, pois moro em um estado que para o Sudeste somos do nordeste e para o Nordeste nós somos… nada…

Eu já me fantasiei uma vez de zumbi numa festa à fantasia. Aquele dia foi muito lôko.

ps: toma aí um vídeo bacaninha feito pelo site Omelete sobre Zombie Walk na visão de maquiadoras:

 

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Gobbo

Há muito tempo atrás, numa galáxia muito distante (conhecida como Espírito Santo, no Brasil, acredite, esse lugar existe!), Gobbo perambulava por uma calçada quando, sem saber, andou em sincronia perfeita no tempo e espaço com um antigo ritual da tribo Roken Row, que despertou índios em estado inanimado em uma caverna do Téquissas, e então ele se transformou em… nada. Continuou sendo o mesmo cara, mas uma antiga profecia Roken Row diz que aquele que acionar os índios através do ritual, deve ser munido de toda cultura inútil quanto possível, para que assim ele possa fazer algo que não se sabe o que, mas que trará um grandioso resultado, que não se tem idéia. E desde então ele vem sendo observado sem notar, e tem absorvido uma quantidade absurda de informação desnecessária, tornado-o em: um cara comum qualquer que passa do seu lado e você nem nota.