Eu li: São Paulo dos Mortos

Finalmente vou postar sobre essa HQ… Li faz tempo, mas antes tarde do que nunca… Eu já escrevi sobre ela aqui, então vou me limitar a dizer que a revista é uma união de vários artistas brasileiros em algumas histórias sobre zumbis, que foi lançado via Catarse, e que para falar a verdade já saiu a um tempo, em dezembro/13, mas foi lançado na FIQ e em breve vai estar sendo vendida na loja online Pestico Webcomics.

São Paulo dos Mortos
Olha que gracinha o zumbi brazuca!

Vamos lá. Gostei muito da revista. Percebi que zumbis não era o foco da carreira da maioria ali, então a visão deles foi diferente, às vezes com uma pegada mais sensível ou até de crítica social, que sempre está muito ligado ao tema. O certo é que é muito legal ver uma cidade brasileira – que já foi zumbificada pelo sistema – participando de uma história sobre os famosos mortos vivos. Se a galera já ficou pensando como seria se acontecesse por aqui, bem… eles mostraram… tem até partida de futebol com os presuntos!

Só achei curtinha… pensava que com tanto artista junto eu ia ler mais histórias. Mas paguei baratinho também, não tenho do que reclamar, foi 10 contos. Mas de qualquer forma são boas histórias, vou dar destaque ao romance entre o humano e sua morta-namorada-viva, e também teve umas mais perto daquele velho clichê, mas que também divertem.

Vale a pena conferir assim que aparecer na lojinha… e se você procurar, vai achar meu nome nos agradecimentos!!

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Gobbo

Há muito tempo atrás, numa galáxia muito distante (conhecida como Espírito Santo, no Brasil, acredite, esse lugar existe!), Gobbo perambulava por uma calçada quando, sem saber, andou em sincronia perfeita no tempo e espaço com um antigo ritual da tribo Roken Row, que despertou índios em estado inanimado em uma caverna do Téquissas, e então ele se transformou em… nada. Continuou sendo o mesmo cara, mas uma antiga profecia Roken Row diz que aquele que acionar os índios através do ritual, deve ser munido de toda cultura inútil quanto possível, para que assim ele possa fazer algo que não se sabe o que, mas que trará um grandioso resultado, que não se tem idéia. E desde então ele vem sendo observado sem notar, e tem absorvido uma quantidade absurda de informação desnecessária, tornado-o em: um cara comum qualquer que passa do seu lado e você nem nota.