Zerei + um #001 – Batman: Arkham Asylum

E aí galera! Beleza? Para introduzir, iniciar eu gostaria de explicar mais ou menos como vai funcionar essa “coluna” (é coluna mesmo o nome disso?) sugerida a mim pelo @PatrickSpamCast e batizada pelo mesmo com esse nome magnífico, zerei + um.

Trata-se de reviews em que eu ou qualquer outro integrante do SpamCast estaremos fazendo sobre algum jogo que zerou, simples assim. Já aviso que não somos especialistas em nada e só estaremos cagando regra manifestando aqui nossa opinião, do nosso jeito. No caso dos meus posts, irão se tratar na maioria de jogos mais antigos, pois eu não tenho grana pra comprar lançamentos acho um absurdo o valor dos jogos no Brasil quando são lançados e acabo sempre os pegando meses ou anos depois quando estão de graça ou com um descontão na Xbox Live Gold ou PSN Plus. Mesmo sendo jogos que provavelmente a maioria dos gamers já zeraram sempre tem alguém que deixou passar, ou simplesmente está interessado em ler e comentar sobre eles, e sendo assim…vamos ao primeiro review.

Batman: Arkham Asylum
Eu tenho uma mania que pode parecer idiota, mas simplesmente não consigo jogar sequências sem ter jogado seus antecessores, (aplico isso a filmes e livros também, mas não aplico em GTA, por que lá tanto faz, é só você sair tocando o puteiro) por isso mesmo já tendo o segundo jogo há meses, eu precisava jogar o primeiro antes e recentemente ele caiu no meu colo ficando com 75% de desconto na PSN Plus. Atualmente (data de publicação deste post) está de graça lá por alguns dias. Por isso só o joguei agora, cinco anos depois do seu lançamento.

O jogo é inspirado na HQ de mesmo nome (que eu nunca li) e se inicia com o coringa sendo preso (de propósito) no Asilo Arkham. A intenção dele é criar o caos total libertando vários vilões que estão presos lá e criando um exército de criaturas bizarras semelhantes ao Bane. E ele faz isso. Você controla o morcegão, (lógico) e basicamente o que você tem que fazer é descer o pau na galera, o que é sem dúvida a parte mais divertida do jogo. Existem também os momentos stealth, em que o único jeito é ficar na surdina em cima de gárgulas, atrás de paredes ou andando na pontinha do pé pra pegar os inimigos por trás (Patrick iria gostar disso). Descer a bordoada nos meliantes é realmente muito maneiro, ainda mais quando você já está com o personagem evoluído com vários upgrades, mas os momentos stealth eu achei um tanto quanto repetitivos. Li por aí que esse aspecto do jogo tenha sido trazido de Assassin’s Creed, o primeiro de 2007. Outra coisa bem legal são os gadgets, que são usados tanto para combate quanto para avançar no mapa, interagindo com o cenário. Isso realmente faz você se sentir o Batman.

A jogabilidade é na maioria em terceira pessoa, alternando alguns momentos estilo plataforma, eu diria, em que o Batman tá muito doidão após ter respirado gases tóxicos do espantalho, gostei bastante dessas fases por dar aquela diferenciada após horas jogando em terceira pessoa.

Não vou ficar aqui listando cada quest, vilões ou descrevendo mais o enredo, você poder ler isso tudo na Wikipédia, a minha intensão nesse post é passar um pouco da experiência que eu tive com o game. Não achei aquela “coca cola” toda que muita gente fala por aí. É um ótimo jogo, mas não teve o poder de me prender e me fazer ficar maluco pra jogar mais no outro dia. Levei mais de um mês pra zerar, pois não dedicava tanto tempo assim a ele, de modo que durante esse mesmo tempo passei horas no Pinball Arcade (PS3) e li um livro. Uma coisa é certa, Arkham Asylum abriu portas para essa franquia que ainda está em andamento e creio que seus sucessores devem trazer muita evolução. Enquanto eu andava pela ilha eu ficava maluco olhando a cidade no horizonte, e até tentei sair nadando para tentar chegar lá, achando que estava em um GTA, e claro que isso não era possível. Mas Batman: Arkham City está logo ali, a um “start” de distância.

Não gosto de escrever textos muito longos por que sou um bosta escrevendo acho que ninguém os lê, e esse já está ficando. Era isso, comentem!

Álvaro Xavier

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Álvaro Xavier

Após sobreviver a uma infância horrorosa sem Rede Manchete e nem videogames em casa, conseguiu aprender a tocar violão, montar uma banda e chegar a vida adulta com alguma bagagem cultural. O sucesso nos palcos (da sua cidade) além de dinheiro, lhe trouxe o abandono de vários empregos e a possibilidade de se tornar o maior colecionador de consoles e games do seu condomínio. Descoberto nos confins da internet por Patrick Orelha, se tornou estagiário do SpamCast em 2014 e agora enfim faz parte da podosfera numa tentativa desesperada de tornar sua vida patética um pouco mais interessante. Prato preferido: Batata Frita, Ovo Fito e SPAM frito!

  • Gustavo Costa

    Zerar isso aí é ser poser, geração Ovomaltine. Quero ver é zerar o Batman 1 de Nintendinho! Hahaha

    • Álvaro Xavier

      Já zerou bonzão? posta aí o teu Zerei + Um desse jogo então, e nos derrame sua imensa sabedoria! 😛

      • hahahaha chama na xinxa…

        • Gustavo Costa

          Alvinho, bora decidir no Silver Surfer quem pode mais. rs

      • Gustavo Costa

        Sou da geração “Me dê três vidas, me dê três continues e eu te mostro o final de tudo isso”.

        Usou memory card, perdeu o meu respeito. rsrs

        • Álvaro Xavier

          Com certeza, os jogos de hoje são bem mais fáceis. Naquela época vínhamos da cultura da década de 70 e 80 quando jogos eram projetados pra nego gastar milhões de moedas e fichas nos fliperamas e por isso eram mais difíceis. Hoje vivemos outra época. Manda um abraço pra galera que ta presa com você aí na gaiola dos anos 80.

  • Xaveco, mto legal o post! Cara, eu concordo que a porradaria é a coisa mais divertida do jogo, tanto que a engine usada no jogo começou a ser copiada na cara dura por todo mundo depois que esse jogo saiu!! O lance do freeflow que vc vai de um inimigo ao outro descendo a lenha sem tomar nem um soco, quebrando braços e pernas, noucalteando com um soco só…IRADO! Na época q o jogo saiu, isso foi ÉPICO. Esse foi o único, eu disse , O ÚNICO jogo de ps3 que eu comprei na época do lançamento. No dia que saiu eu tava lá na porta da loja, (fila de 45 mins ok?), e talvez por isso eu tenha gostado TANTO desse jogo. Agora, 5 anos depois do seu lançamento, entendo que quem joga pela primeira vez não tem o mesmo impacto. Agora, posso descordar de vc com propriedade em relação a repitititititividade do jogo. Pois, esse é o único jogo de ps3 que eu fechei em 100% em todos os levels. Incluindo todos os DLC’s e a pataguada toda. Esse game, que foi o Game Of The Year em 2009 e retém o RECORD MUNDIAL de premiações a um game, (é sério, esse game está no Guiness Book), é um show de gameplay e interatividade. A maneira como vc entra naquele mundinho (bjo MRG) é impressionante. Talvez vc tenha achado repetitivo, (principalmente no modo predador), pq não usou todos os recursos disponíveis ao personagem. Tem 1001 maneiras de nocautear os caras na surdina, mas as vezes, agente acaba usando sempre as mesmas, o que torna a parada repetitiva. Para mudar isso, eu recomendo vc jogar o modo desafio, que te obriga a aprender a fazer tudo o que o personagem é capaz para passar de fase. Dentro desse modo, eu sou detentor, com muito orgulho de um record de um combo de freeflow de 120hits sem tomar uma porrada! Recomendo!! (No Arkham City já consegui 180! =o NEEEEERD!)

    Fica aqui um video de porradaria desenfreada!

    https://www.youtube.com/watch?v=Bl75LD9TkSg

    • Álvaro Xavier

      Excelente comentário! onde é que curte aqui?

    • Álvaro Xavier

      E que vídeo animal hein!

  • Adriano Gobbo

    Só joguei o Arkham City… não tenho pudores em pular sequências. Mas uma vez pulado, pulado para a eternidade.
    Arkham City é excelente, fiquei jogando um tempão e tentando pegar o máximo de troféus bacanudos. Menos os chatos tipo o de ficar voando como uma gaivota bêbada do Pica Pau dentro de uns anéis voadores.

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