Zerei + um #017 – Sleeping Dogs

Olá amiguinhos! Hoje vou falar do GTA na china, também conhecido como Sleeping Dogs!
Catei esse jogo de graça na Xbox Live, ano passado. Já tinha ouvido falar e tal, mas desconhecia sobre o que era. Gastei umas boas 15 horas nele e não me arrependi.

O protagonista é Wei Shen, policial infiltrado na bandidagem de Hong Kong. A missão dele é ir cada vez mais fundo no submundo do crime, para levar os seus líderes à justiça. Revezando-se entre missões para a polícia e missões para o crime, o jogador segue na história evoluindo o personagem para essas duas vertentes.

Mesmo não tendo o mesmo impacto de franquias que o inspiraram, como GTA e Assassin’s Creed, O game consegue divertir bastante. A cidade é linda e muito bem ambientada. Está tudo ali. As luzes, as ruelas, o comércio de rua bagunçado, Hong Kong como a gente sempre viu. O sistema de luta é o grande “tcham” do jogo. A maioria das missões incluem espancar alguém até o sujeito virar do avesso, e o sangue jorra lindamente.

Apesar de ter carros genéricos e que não se diferenciam em quase nada na questão do peso, os controles de direção são muito bons. Algumas missões exigem que você troque de carro em movimento, suba em outro veículo, atire nos pneus dos carros dos adversários e isso rende cenas fantásticas de ação. Mas o melhor do jogo, é andar de moto. Adrenalina pura. Alta velocidade combinada com agilidade. Eu devo ter andado de moto em pelo menos 80% do game.

É preciso ignorar a pobreza dos personagens. São todos muito genéricos e sem uma personalidade bem definida, inclusive o protagonista. As missões extras não chamam a atenção em nada. Fiz apenas uma e depois ignorei todas solenemente. Jogando somente a história principal o game flui melhor. Ainda assim, recomendo caso ele caia no seu colo através de uma promoção ou algo assim, é uma diversão descompromissada e garantida.

Me contem aí nos comentários, já jogaram Sleeping Dogs? Nem sabiam que existia? Jacaré no seco anda? Alô, tem alguém lendo essa coluna ainda?

Álvaro Xavier

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Álvaro Xavier

Após sobreviver a uma infância horrorosa sem Rede Manchete e nem videogames em casa, conseguiu aprender a tocar violão, montar uma banda e chegar a vida adulta com alguma bagagem cultural. O sucesso nos palcos (da sua cidade) além de dinheiro, lhe trouxe o abandono de vários empregos e a possibilidade de se tornar o maior colecionador de consoles e games do seu condomínio. Descoberto nos confins da internet por Patrick Orelha, se tornou estagiário do SpamCast em 2014 e agora enfim faz parte da podosfera numa tentativa desesperada de tornar sua vida patética um pouco mais interessante. Prato preferido: Batata Frita, Ovo Fito e SPAM frito!